PORTUGUÊS PROF: LUCIVANE 7°A e 7°B - 04/05
PORTUGUÊS
FAÇAM AS CORREÇÕES
CORREÇÕES DAS ATIVIDADES DO LIVRO
DIDÁTICO – 7 ano
CAPÍTULO – 1
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COMUNICAÇÃO
– POR DENTRO DO TEXTO PÁG.18 e 19 – correções feitas em sala de aula
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LINGUAGEM
DO TEXTO ( PÁG. 20 E 21) - RESPOSTAS
1-A) A expressão
“sinto muito” pode ter o sentido de lamentar ou de desculpar. Mas, também, pode
conter ironia ou apresentar a intenção de dissimular empatia, apresentando
sentidos opostos de lamento e desculpa.
1-B) O comprador entendeu o uso da expressão de forma
negativa.
1-C) Em caso de SIM: nesse caso o erro foi do comprador, que
ficou irritado porque não entendeu a intenção do vendedor. Em caso de NÃO: o comprador interpretou a fala do vendedor
como negativa e fica irritado.
1-D) “ Infelizmente ainda não consegui compreender de que
objeto se trata”
1-E) O duplo sentido da expressão gera o humor, nesse
contexto.
2-A) Porque o comprador não se lembrava da palavra correta.
2-C) “negócio” ou “coisa”
3-A) Grupo 1 – verbos; grupo 2 – substantivos; grupo 3 –
adjetivos e uma locução adjetiva ( de metal)
3-B) Porque indicam, na descrição: ações relacionadas às
funções do objeto, grupo 1; um elemento que faz parte do objeto ( tem sulco ) e
aquilo que ele contém ( ponta, encaixe), grupo 2; como é o objeto, suas
características, grupo 3
3-C) Sulco: depressão deixada na terra pelo arado; marca
mais estreita que comprida e mais ou menos profunda em material; fissura,
ranhura.
3 – D ) resposta pessoal
3- E) Outras palavras poderiam ser : orifício, pequeno
buraco .
4 – A ) O Comprador “ Pomba! Um...um... Que cabeça a minha.
A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples , conhecidíssima.”
4- B) resposta pessoal
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REFLEXÃO
SOBRE O USO DA LINGUA – PÁG. 21 E 22
1-a) Não, ele utiliza de gestos e entonação de voz ansiosa.
1-b) O uso da palavra sulco, que trata de um orifício grande
e profundo, os gestos exagerados, a entonação de voz e a onomatopéia CLIQUE.
ONOMATOPÉIA =
FORMAÇÃO DE UMA PALAVRA A PARTIR DA REPRODUÇÃO APROXIMADA, COM OS RECURSOS DE
QUE A LÍNGUA DISPÕE, DE UM SOM NATURAL A ELA ASSOCIADOS ( PUM, TIQUE-TAQUE, ATCHIM)
2-a) Eles compartilham a mesma língua, mas o coprador não se
lembra de uma palavra ou signo lingüístico desse código.
2- b) A função de utilizar outra linguagem, no caso a não
verbal, para estabelecer uma comunicação efetiva. Não deu certo porque o
comprador não sabia produzir esse código, ou seja, o desenho.
2-c) Os dois não compartilhavam o mesmo sentido sobre o
tamanho do objeto.
2-d) Foi usada a linguagem verbal, porque é um texto
escrito.
2-e) não situação de comunicação em que os personagens da
crônica estão envolvidos há um diálogo, gênero oral que pode utilizar tanto a
linguagem verbal quanto a linguagem não verbal ( gestos, postura, entonação)
3 –a) Sinal positivo ; substância tóxica, veneno; pare;
pedido de silêncio
3-b) Linguagem não verba, porque a comunicação ocorre por
meio de gestos, símbolos e cor.
4-a) Resposta pessoal
4-b) Só foi possível entender as imagens da atividade 3
porque já havia conhecimento prévio do seu significado.
4-c) Saber que essa imagem faz parte de determinado código e
conhecer seu significado.
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DISCURSO,
SITUAÇÃO DE COMUNICAÇÃO E INTERLOCUTORES: PÁG. 23
1-A) As falas são indicadas pelas aspas.
1-b) A primeira fala do vendedor. É possível reconhecê-la
pela introdução feita pelo narrador.
1-c) O interlocutor é um comprador ou cliente. É possível
constatar isso pela introdução do narrador e porque o comprador responde à
pergunta inicial com a réplica “Pode. Eu quero um daqueles, daqueles...”
2-a) O cliente apresenta-se em posição social de vantagem em
relação ao vendedor, pois “ cliente sempre tem razão”
2-b) A intenção do vendedor é atender ao cliente da melhor
maneira possível; a do comprador, de se lembrar do nome do objeto e adquiri-lo”
3- Resposta pessoal
4 –A) O autor Luís Fernando Veríssimo e os leitores do
Jornal do Brasil, na época, os do livro Amor brasileiro e agora você, aluno,
neste livro.
4- b) do autor, a de apresentar uma reflexão bem-humorada
sobre uma situação hipotética do cotidiano. Para cada leitor a intenção de
leitura pode ser diferente, como se divertir, fruir a leitura, estudar o texto
ou usá-lo para ensinar algo.
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APLICANDO
CONHECIMENTO – PÁG. 24 a 27
1-A) Porque o rato não compartilhava o mesmo conhecimento ,
já que não sabia ler
1-b) Seria preciso que o rato soubesse escrever ou utilizar
outro modo de se comunicar conhecido pelo garoto.
2-a) Ambas fazem uso da linguagem não verbal. As mensagens
comunicadas são “proibido pescar” e “acessibilidade a pessoa com deficiência ou
com mobilidade reduzida.”
2-b) Reconhecer e interpretar a linguagem não verbal
utilizada.
3-a) Suriá queria que o carro representasse na escrita, ou
seja, por intermédio da linguagem verbal, que ele expressava por meio dos sons
da buzina, uma linguagem não verbal.
3-b) Não, porque o carro expressou por escrito apenas o som
da buzina, escrevendo uma onomatopéia.
4-a) Porque um cachecol, normalmente, não tem tamanho tão
grande.
4-b) O fato de não saberem que a avó estava fazendo um
cachecol para uma girafa.
4-c) A avó poderia explicar para que estava fazendo um
cachecol.
5-a) A mãe do garoto
5-b) O pai do menino
5-c) “ BFFF”, que pode ser uma espécie de onomatopéia
5-d) Utilizou a linguagem verbal, escrita
5-e) Zero não estava se comunicando oralmente com os pais,
apenas por meio de bilhetinhos.
5-f) No último quadrinho, o leitor percebe que, apesar da
dar um bilhete aos pais, Zero não está, de fato, se comunicando com eles. Essa
quebra de expectativa gera o efeito de humor.
6-a) A palavra fogo.
6-b)
·
Ele quis dizer que utilizar ônibus em Natal esta
difícil, porque demora.
·
Pela forma como foi caracterizado, o personagem
parece estar indo ou voltando do trabalho e está preocupado com o horário
provavelmente porque está atrasado.
6-c) O outro personagem interpretou no sentido literal: à
palavra fogo foi atribuído no sentido de combustão, incêndio.
6-d) Um ônibus se aproximando, pegando fogo.
6-f) resposta pessoal
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- POR DENTRO DO TEXTO – PÁG. 28 a 29
1- As
corres vermelha e amarela.
2- As
cores representam inquietação, angústia, aflição, certo desespero
3- Resposta
possível : medo, angústia e desespero
4- Resposta
pessoal
5- Resposta
possível: O fundo não foi pintado com detalhes; o que mais chama a atenção são
as cores.
6- São
elementos que se misturam e se diluem nas cores e tintas da tela.
7- Resposta
pessoal
8- Resposta
pessoal
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- REFLEXÃO SOBRE O USO DA LÍNGUA – PÁG. 32 A 35
1-a) - Saber, comunicar e comprar.
b) – A forma
verbal entrando indica um modo de agir.
c) – A forma
verbal pensando indica uma ação prolongada.
d) – As formas
verbais fechado e contado têm a função de caracterizar o objeto.
2- a) Na função do verbo, seria
necessário que se acrescentasse o verbo auxiliar estar ao gerúndio, como
em estou entrando. Sem o verbo auxiliar, essa forma nominal tem a função
de advérbio de modo, como na frase em questão.
b) Nessa frase, comprar tem função
de verbo e indica uma ação.
3 - a) vamos saber
b)
Finalmente saberemos o que significa aquela buzinação toda.
4-
a) Um
homem aguarda atendimento telefônico possivelmente de um serviço de atendimento
ao cliente.
b) Quando
a musiquinha parou, o homem ficou aliviado, pensando que alguém iria atendê-lo.
Porém, a pausa era só para que a música fosse trocada.
c) Estar
(infinitivo) e ficando ( gerúndio).
d) Resposta
pessoal
e) Resposta
pessoal
5- Eu vou ficar louco ou eu irei ficar louco
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- APLICANDO CONHECIMENTOS _ PÁG. 35
a) a)
O cartunista com sua pracheta e um lápis na orelha, falando com a redação, ao
telefone, que naquele dia ( hoje) não iria fazer a charge.
b) A própria charge trata do fato de o chargista não
poder ou não querer fazê-la.
c)Resposta pessoal
d)Porque seu uso é inadequado e exagerado. O
gerúndio é utilizado para expressar ações que se prolongam ou nas funções de
advérbio e de adjetivo. Nesse caso, é usado em substituição do tempo futuro.
e)”Hoje eu não vou fazer a charge.” Ou “Hoje eu não
farei a charge”
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- POR DENTRO DO TEXTO – PÁG. 36 a 38
1-
a) João
e a avó, Lila.
b) São
familiares e pessoas muito próxima, porque a interlocutora que encaminha a
mensagem é nomeada como Vó Lila e também porque ela pergunta ao outro
interlocutor (João) se já chegou em casa, possivelmente expressando preocupação
ou para pedir alguma informação.
c) O
celular é de João. É possível chegar a essa conclusão porque o nome do contato
do celular com que a pessoa está conversando fica na parte de cima da mensagem.
Também porque as mensagens recebidas têm fundo branco, e as que
o dono do celular envia têm fundo verde.
2-
a- Sim,
porque hã indicação do horário do envio das mensagens.
b- As
mensagens são síncronas, porque os interlocutores demoram, em média, um minuto
para responder.
3-
a- Os
dois interlocutores.
b- Kkkkkk,
heheheheheh e rsrsrsrsrs, hashuashua
c- “Só
vc repetir a mesma tecla um tanto de vez”
d- O
modo como a avó interpretou a mensagem, achando que poderia repetir quaisquer
teclas.
4-
a- “q”(
que), “NE” ( não é), vc (você), “tá”(está)
b- Resposta
pessoal
c- Com
o objetivo de dar maior agilidade e rapidez às mensagens. Essas abreviaturas
normalmente são usadas em troca de mensagens menos formais, como em conversas
por aplicativos ou sites de mensagens instantâneas.
5- Resposta pessoal
6-
a- Amor,
tristeza, zoeira, desânimo, alegria, piscando/ok, vergonha, espano, raiva
alegria, graça.
b- Resposta
pessoal
7 –
a- Mensagem
de voz
b- As
pessoas, às vezes, têm pressa em enviar a mensagem, não têm destreza ou não
gostam de teclar.
c- Resposta
pessoal
8-
Por e-mael, pelas redes sociais e por programas
instalados em computadores.
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- POR DENTRO DO TEXTO – PÁG. 42 a 43
1- Deusinho
é muito pobre e a família dele está sofrendo em São Paulo. Dia que, às vezes,
eles não têm o que comer e, às vezes, passam frio, e que o amigo e os irmãos
não estão na escola. Termina dizendo que o pai e a mãe estão precisando de
emprego, mas não acham.
2- “Ela tem feito muita comida deliciosa?
Inventou alguma coisa?”
3- Para
confirmar que o avô entende que se trata de um assunto que exige o “código
secreto”.
4- A)
Parágrafo 8
B) Parágrafo 9
5- - Porque começa a contar a história como
conheceu o amigo, mas achou melhor “deixar pra lá”, concluindo que era uma
história longa e que deve se contada depois.
6- -
possíveis: “Vovô querido”, “você é o meu melhor amigo”, “Meu vozinho”.
7- Soslaio
: olhar de lado, sem encarar.
8-
a) Nome
completo do remetente: Júlia Branca de Mattos Barretto Benichio. Nome completo
do destinatário Antônio de Mattos Barreto. Nome do bairro do remetente:
Perdizes.
b) –“Querido
vovô Antônio”
–“ Um beijo da sua neta.”
- “Júlia Branca”
9- Parágrafo
11
10- Resposta
pessoal
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- REFLEXÃO SOBRE O USO DA LÍNGUA -PÁG. 46 a 49
1-
a) Sim,
porque se estruturam em torno de um verbo ou de uma locução verbal.
b) As
formas verbais são: está, tem feito, é e espero.
c) Ela
( a avó)/ tem feito muitas comida deliciosa?
A história/ longa longa longa.
Eu (está implícito) –
correspondea a Júlia Branca/ espero uma resposta sua e a sua ajuda par esse
nosso assunto “soslaio”
2-
a) Todos
têm apenas uma oração
b) Como
período simples.
3-
a) Sujeito:
eu; predicado: não estou pensando nada, cavalheiro.
Sujeito: A palavra; predicado:
me escapou pó completo.
Sujeito: ele/o objeto
(implícito); predicado: Tem mais de uma peça?
Sujeito: isso;
predicado: já é má vontade
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TIPOS DE
SUJEITO – PÁG. 49
1-
A) sujeito: O senhor; predicado: quer uma antena
externa de televisão;
B) Senhor
2-
A) Nós é o sujeito da oração, identificado pela flexão de pessoa do
verbo ( desinência) “vamos”
B) Eu e o senhor- seriam o sujeito
da oração
c) Não, pois todas as palavras
fazem parte da idéia central do sujeito.
3- somente leitura
4-
a)
O uso do celular ou a resistência ao uso dele.
b)
O sujeito “eu”, identificado pela desinência dos
verbos.
c)
Sujeito desinencial, percebemos pelo verbo.
d)
Infinitivo : usar; particípio : desconhecido;
gerúndio: segurando.
e)
Usar
tem a função de substantivo, completa o verbo Precisar; desconhecido caracteriza o substantivo isento; e segurando tem função de advérbio de
modo.
5- Porque é possível
identificá-los pela desinência do verbo. Nos dois casos. O sujeito das orações
é desinencial: Eu (espero/adoro)
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- APLICANDO CONHECIMENTOS – PÁG. 50 a 51
1-
a) I-
você – sujeito simples; II – Multas por uso de celular ao volante – sujeito
simples; III – Aplicativo gratuito – sujeito simples.
b) O
uso do sujeito simples é importante no texto jornalístico para que fique claro
o assunto que será falado.
c) Nos
títulos jornalísticos, é comum o sujeito vir antes do verbo, geralmente
iniciando a oração.
d) O
sujeito deve ser explicitado a fim de facilitar a compreensão do assunto
abordado, uma vez que inicialmente já informa a quem ou a que esse assunto se
refere.
2-
a) Ela
espera que Miguelito afirme que o sujeito da frase é a expressão: “ esse lixo”
b) Miguelito
interpreta a palavra “sujeito” como se esse termo fizesse referência à pessoa
pública responsável por mandar recolher o lixo da rua. Houve um problema de
comunicação entre as personagens.
c) Resposta
pessoal
d) Resposta
pessoal
e) Núcleo
do sujeito: lixo; predicado: enfeia a rua
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